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miércoles, 28 de diciembre de 2011



Tontos Rayones




Son rayones,
Solamente rayones,
Tontos e insensatos,
No os preocupéis con
Vuestras interpretaciones.




Donde hay flores
Hay desamores,
Pues ellas mueren,
Son olvidadas
Y ninguna lágrima
Exhalada.



No tires flores
En mi sepultura,
Tiren tierra,
Una botella de vino
Y olviden mi ser.


Ronne Grey

martes, 15 de noviembre de 2011

Bicho da Noite


Tem horas que só quero um cigarro,
Tem horas que procuro amigos
Para conversar perambulando
Pelas noites.

 Tem horas que não quero nada,
Nem a morte nem a vida,
Nem o corte nem a ferida.
  
Tem horas que me basta um café,
Tem horas que não sei quem sou.

 Tem horas que procuro o silêncio,
Tem horas que fujo para os gritos da insônia.

viernes, 11 de noviembre de 2011

Baseado na Saudade


Marcado na agenda do
Imprevisível está o reencontro
De nossas almas loucas.

Por acaso nos conhecemos,
Por acaso nos amamos,
Sem aviso fostes para outro
Mundo, és livre....

O portal pode abrir,
Perambulo no chá da tarde,
Lateja loucura, horizonte infinito
Me dá vontade de correr,
Percorrer, percorrer...

Baseado na noite, digo
Que saudade são cicatrizes,
Vinho tinto, incerteza não será
Motivo para meus olhos tristes.




Ronne Grey

domingo, 9 de enero de 2011

Pétalas Sangradas



São tantos calos
Que parece insensível
Lágrimas secas e cortantes.


Um silêncio sofrido
Que grita em desespero
Abandonado...


Entre concretos
As pétalas sangram
Versos...




Ronne Grey
 

Verbo Solto em Pipa

sábado, 8 de enero de 2011

Paredes Brancas

Paredes Brancas


Textos inacabados
Já não me preocupam,
parades brancas
Já não me sussurram versos.


Pintaram meu quarto...


Eu não pedi
paredes caladas.
As paredes já não
sustentam minha rede de versos.


Mesmo assim,
em sua pele branca escrevo
versos surreais.



Ronne Grey

domingo, 2 de enero de 2011

Bicho da Noite



Tem horas que só quero um cigarro,
Tem horas que procuro amigos
Para conversar perambulando
Pelas noites.



Tem horas que não quero nada,
Nem a morte nem a vida,
Nem o corte nem a ferida.




Tem horas que me basta um café,
Tem horas que não sei quem sou.


Tem horas que procuro o silêncio,
Tem horas que fujo para os gritos da insônia.